15 outubro, 2007

A vingança é um prato que se serve em 72 horas

_____Depois do roubo que sofri na quarta-feira passada, tive de comprar, novamente, um celular. Muitos trabalhos que pego são avisados em cima da hora e ficar sem um celular significa perder dinheiro fácil em alguns momentos (mas, atenção, isso não significa que eu não desligue o celular nos cinemas, museus e afins... querer pegar um trabalho é uma coisa, falta de educação é outra).

_____Sem quase nada de dinheiro logo no começo do mês por causa do tanto que perdi, peguei o cofrinho de moedas (sim, um cofrinho de moedas clássico em que eu coloco qualquer moeda que estiver no bolso quando chego em casa e, quando fica cheio, é como se eu ganhasse R$ 150 do nada). Contei quanto tinha (mais ou menos uns 120 reais – fazia meses que eu não abria o cofrinho) e fui para o shopping. Sem problema nenhum eu consegui comprar meu novo celular pré-pago e ouvi o vendedor avisar que demoraria de duas a 72 horas para que ele fosse habilitado.

_____Setenta e duas horas depois, nada de meu celular ter linha. Liguei para a operadora para perguntar o que estava acontecendo. Depois de seguir cuidadosamente as instruções do moço do outro lado da linha e nada, o atendente fala: “Abra o seu celular e retire a bateria.”.

_____– Pronto. – respondi.

_____– Como está posicionado o chip? – perguntou o solícito atendente do outro lado da linha.

_____Sabem qual era o problema? O vendedor que recebeu 12 saquinhos cheios de moedas como pagamento deve ter ficado tão puto da vida de ter de contar tudo aquilo que colocou o chip ao contrário e, portanto, o celular nunca daria linha. Cara vingativo, né?*

Cofrinho

__________

* O cara é incompetente, isso sim. Imagine: o infeliz trabalha em uma loja de celular o dia todo e não consegue colocar o chip do lado certo. É uma besta. Vingativo foi só eufemismo, Claro.

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