26 de fevereiro de 2008

Bagunçando o metrô

_____O metrô paulistano é um transporte maravilhoso. Se o metrô for uma das possibilidades de transporte quando vou para algum lugar, ele é a minha escolha mais do que certa. É um transporte rápido, limpo, bem cuidado, organizado, confortável. Cheio de ótimas características.

_____Entretanto, em determinadas horas, andar de metrô não é muito gostoso. Um desses momentos é por volta das 18 horas. O número de pessoas no metrô no final da tarde passa a ser imenso, dois ou mais corpos passam a ocupar, ao mesmo tempo, o mesmo lugar no espaço e tentar entrar ou sair de um vagão torna-se algo desumano (talvez menos desumano do que andar de carro pela cidade entre as 17 e as 19 horas, mas, ainda assim, desumano).

_____Terça passada um maluco resolveu se matar e se jogou nos trilhos por volta das 17h40min. Que cara chato. Quer se matar? Vai fundo! Mas, tem de ser no metrô? Perto das 18 horas? Dá para imaginar o caos absurdamente maior que o normal que o infeliz proporcionou? Será que o sonho do cara era incomodar as pessoas e, como ele não era bem sucedido, apelou?

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_____No fim das contas, o suicida chato foi socorrido e, apesar dos ferimentos, sobreviveu. Só que a maluquice dele atrapalhou bastante a vida de muita gente. Se perguntarem a minha opinião, eu conheço um ótimo livro para indicarem para ele ler na cama do hospital durante a recuperação.

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