22 outubro, 2007

Como tratar o genro

_____Sábado eu trabalhei na academia de dança até umas 19h e pouquinho. São comuns as apresentações de fim de ano e eu estava a treinar as coreografias que irei participar. Assim que saí do trabalho, liguei o celular e vi que eu havia recebido várias ligações. Mal pude olhar quem tinha me ligado, o telefone toca e minha namorada, do outro lado da linha, pergunta se quero ver a peça Tristão e Isolda com ela e minha sogra. Minha namorada diz que a mãe dela faz questão que o "genro historiador" (eu) assista para depois conversar sobre o espetáculo. Prontamente aceitei para, então, descobrir que eu teria de atravessar a Avenida Paulista em menos de 30 minutos.

_____Como eu estava de bicicleta, não foi difícil chegar ao teatro no horário combinado, apesar de ter de entrar todo suado (algo que odeio). Entramos. Eu, com a pressa, nem havia tirado, ainda, o capacete de ciclista; não toquei nos ingressos (minha namorada mesmo entregou ao segurança/bilheteiro o meu, que minha sogra havia comprado, na entrada).

_____Assim que sentamos, minha sogra entrega o programa do espetáculo. Eu olho assustado para o programa que tenho em mãos e peço para ver os canhotos dos ingressos. Qual não foi minha surpresa ao descobrir que minha sogra havia comprado os ingressos para o espetáculo errado... exatamente uma peça que eu já havia visto com ela e minha namorada.

_____Saímos apressados antes da peça começar. Estou até agora achando que foi de propósito. Coisas de sogra.

P.S.: Para quem não entendeu a graça da história, clique neste link e leia a resenha que fiz da peça que minha sogra quase me fez rever.

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